CARLOS ALBERTO CAVACO
gosta de amoras silvestres e de nuvens com formas de animais. toca há muitos anos mas não divulga desde quando. toca tudo e mais alguma coisa (oud, bansuri, bawu, guitarra clássica, guitarra portuguesa, cavaquinho, flautas bisel, udu’s, xaphoon, low whistle…) e é feliz assim. é músico, sociólogo, designer e é o principal responsável pela loucura e composição musical do projecto geo.

ANTÓNIO CARMO
gosta de cães pequenos e de almoçar pausadamente. é pai e rapaz casado desde o século passado. é professor, empresário e segundo muitos toca concertina como ninguém: é emocional, inspirado e com uma dose elevada de técnica. faz parte do projecto geo desde 2013, mas é como se fizesse parte da família desde sempre

CATARINA BARÃO
gosta de fruta biológica e da vida do campo. é psicóloga e conselheira de aleitamento materno. é criativa, sonhadora e gosta de rir com gargalhadas sonoras. tocou piano vários anos mas cansou-se de cores monocromáticas, passando a tocar cajon, tambor xamânico (entre outros). faz parte do projecto geo desde o seu início.

INÊS MARTINS
gosta de escrever nas capas dos livros e de subir às árvores. tem um ar misterioso mas não trabalha em nenhuma agência de segurança. é licenciada em psicologia mas dedica-se à poesia a maior parte do tempo. toca guitarra clássica com alma e faz parte do projecto geo desde 2012.

MARIANA FILIPE
gosta de viajar, cantar e de auto-caravanas. é inseparável do seu violoncelo ao qual baptizou com um nome secreto. estudou música clássica mas é frequentadora de jam-sessions em casas afamadas do jazz. é a mais novata do projecto geo, mas sente-se como se estivesse em casa.

PROJECTO GEO
somos um grupo de música instrumental que se inspira nas emoções  e na música do mundo, assumindo os sons da nossa portugalidade. tem tocado de norte a sul do pais, sendo o seu concerto um momento intenso de música e de emoções. o projecto geo apresenta-se com muitos instrumentos e uma boa dose de criatividade e loucura artística. tocamos músicas originais com elevado grau de amor e técnica.

trabalhamos à séria tendo feito mais de 350 concertos nos últimos quatro anos. somos humildes, aventureiros e muito bons na música que fazemos. queremos tocar pelo mundo como o mundo nos toca a nós.